Os brasilienses têm dificuldade de citar as vezes nas quais viram uma borboleta, assim como não se lembram quando foi e onde. Outros artrópodes são frequentes como as cigarras que ocorrem logo depois das primeiras chuvas e lembradas pelo ruído característico; os escorpiões pelo receio que causam, mas as borboletas não são vistas.

Segundo Evie dos Santos de Sousa, em artigo publicado pela Agência de informação da Embrapa, Fauna de Lepidópteros do Bioma Cerrado, existem, conhecidas, 1000 espécies de borboletas no Cerrado, onde o Distrito Federal se insere, e milhares a serem descobertas e descritas por cientistas.

Os lepidópteros têm impacto relevante para a economia. Eles polinizam as plantas, buscando alimentos de flor em flor assim como podem prejudicar fortemente uma plantação na fase de lagartas quando consomem grande volume de caules, gavinhas folhas, flores etc.

O Zoológico de Brasília mantém Borboletário que abriga até 500 borboletas de 40 espécies. Para que elas ali sejam apresentadas há um trabalho de pesquisa e reprodução mantido pela Diretoria de Répteis, Anfíbios e Artrópodes.

lém de coletar os ovos eles garantem todas as fases de eclosão e desenvolvimento das borboletas e cultivam um horto para alimentá-las. As cidades não têm borboletas porque não cultivam as plantas que as alimentam. Paisagistas devem atentar para isto.