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COVID–19 nas Áreas Urbanas

As praças, seus bancos, mesas e corrimões, os terminais e pontos de ônibus e diversos outros locais e equipamentos urbanos da cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, foram objeto da atenção de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, que procuraram confirmar a presença de genoma do coronavírus nos locais.

Utilizando-se de cotonetes adequados para a coleta de material a ser analisado em laboratório, 21 pesquisadores, coordenados pelo Professor Jônatas Abrahão, procuraram identificar os locais de maior uso para colher o material que, ao final indicou a presença de genoma do vírus em equipamentos, mobiliário urbano e em passeios e calçadas.

Em muitos casos o vírus não estava ativo. Podia estar ali há um bom tempo, mas a presença de seu genoma indicava que, em determinado momento ele estava presente e ativo e poderia contaminar alguém que após contato com ele tocasse o nariz, os olhos ou a boca. Os pesquisadores entenderam que o contágio poderia se ocorrer daquela forma.

As ruas, ou mesmo as praças, não contam com lavatórios que permitam às pessoas higienizarem as mãos após tocá-las. Mesmo os terminais de ônibus e outros espaços públicos ou privados, nem sempre contam com meios de higienização adequados.

Diante dessa ameaça real a Prefeitura de Belo Horizonte vem fazendo a higienização daqueles espaços utilizando cloro, sabão em pó e água. O coronavírus não foi mais encontrado em locais higienizados. O SLU poderia fazer aqui aquela experiência exitosa.

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Sobre
Eustáquio Ferreira

Arquiteto pós-graduado em Administração, escritor e blogueiro.

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