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Neste final de semana, tentei visitar um amigo que mora na Colônia Agrícola Arniqueira (DF). Entrei, como já havia feito anteriormente, na rua que sai do Pistão Sul, ao lado de um posto de combustíveis que fica próximo à Universidade Católica.

Tudo estava diferente. Muitas novas edificações foram construídas entre a data de minha última visita e agora. Depois de muito tentar, pedi a uma amiga que fornecesse o localizador pelo WhatsApp. Mesmo tendo o auxílio do mapa não acertei o caminho.

São muitas vielas, todas ao longo dos divisores de águas entre os riachos que dão nome às Colônias Agrícolas. Estas vielas não se ligam entre si. Delas saem ruelas, muitas sem saída, que também não se comunicam. O sistema viário tem forma de espinha de peixe.

Não há atividade agrícola, tudo foi subdividido e ocupado por moradias. O solo é pobre, argiloso e encascalhado. A topografia é acidentada, mais de 30% de inclinação. Ali estão as colônias agrícolas de Vereda da Cruz, Arniqueira e Vereda Grande.

Elas ocupam uma área de 150 hectares situada entre as Avenidas: Águas Claras, a Oeste, Vereda da Cruz, ao Norte, Estrada Parque Vicente Pires a Leste e ao Sul a Estrada Parque Núcleo Bandeirante e a quadra 3 do Setor de Mansões Parque Way.

Originalmente era uma área de preservação, por ser imprópria à ocupação urbana ou rural. A falta de oferta de moradias, em conformidade com o crescimento populacional e ausência de fiscalização, ocasionou a sua ocupação desordenada e sem urbanização.