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A Cidade e sua Vivência
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Category: Comunidade e Educação

Manutenção das Vias e Reformas

Foto: Do local, Google Maps

Há pouco mais de uns dois anos, durante a reforma de um bloco de apartamentos vizinho, foram abertas valas que cortaram transversalmente a pavimentação asfáltica da via que ladeia o bloco. A vala foi até um ponto no lado oposto da via onde, presume-se, havia um ponto de ligação com a rede que parecia ser de esgoto.

Os dois cortes, paralelos, com aproximadamente 40 cm de largura, foram depois de um tempo recobertos com concreto, sem que se visse a preocupação com o grade da via. De fato o remendo ficou abaixo, criando uma depressão.

Não pareceu, durante a execução do reparo que houvesse sido procedida a compactação da base e, provavelmente por isso, o reparo se rompeu deixando a base exposta, provocando o aparecimento de duas valas onde o solo está à mostra, provocando o empoeiramento de toda a área vizinha, e quando chove, cria lama.

Há algumas semanas o outro bloco, vizinho daquele, trouxe uma escavadeira e fez uma vala ligando o bloco ao meio da via. Essa vala tem uns 60 cm de largura. Fez também, perto da vala, um buraco na pista, medindo 1 x 1,5 metros. Estão ambos abertos.

A ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas elaborou a NBR 12266 que dispõe sobre projeto e execução de valas. Não parece que aquelas reportadas acima fossem objeto de projetos ou de acompanhamento técnico. Faz-se necessária a fiscalização permanente de tais intervenções nas vias, sob pena de tê-las todas danificadas.

Faixas de Pedestres Precisam Melhorar

Eu saía do balão na L1 Norte, sentido Sul, de olho nos veículos que vinham do Oeste e, nem tinha avançado 50 metros, dei em cima de uma faixa onde alguém acenava pedindo passagem. Crepúsculo, lusco-fusco do início da noite. A faixa não tem iluminação voltada para a pista. Quase não vi o pedestre.

As faixas de pedestre, conquista e orgulho de moradores de Brasília estão completando 20 anos. Neste período não houve mudança em seu modus operandi ou nos equipamentos de que dispõem. Há avaliações sobre o comportamento dos pedestres e dos motoristas em relação às faixas, mas não encontrei avaliação das faixas em si.

Há faixas que contam com semáforos. Aciona-se um comando, aguarda-se um tempo e um semáforo garante a passagem. Mesmo nestes casos são poucos os semáforos para travessia de pedestres que contem com sinal sonoro para os cegos. Aliás há poucos semáforos na cidade com atendimento às pessoas com deficiência visual.

Em vias onde o número de faixas de rolamento é maior que 2 sempre há o perigo de que os motoristas nas faixas laterais não vejam os pedestres que adentram à faixa. Seria de todo interessante que houvesse sinal intermitente para alertar os motoristas nestes casos.

A iluminação é desejável não só na lateral da pista. Seria mais efetivo que toda a faixa fosse iluminada de modo a facilitar o contato visual do pedestre pelo motorista. Os ganhos da implantação das faixas podem e devem ser ampliados.

Brasília e as Manifestações Populares

Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, define Brasília como “cidade planejada para o trabalho ordenado e eficiente, mas ao mesmo tempo cidade viva e aprazível, própria ao devaneio e à especulação intelectual, capaz de tornar-se, com o tempo, além de centro de governo e administração, num foco de cultura dos mais lúcidos e sensíveis do país.”

O referido Relatório do Plano Piloto, no parágrafo 9, define: “Ao longo dessa esplanada – o Mall dos Ingleses -, extenso gramado destinado a pedestres, a paradas e a desfiles, ficam dispostos os Ministérios e Autarquias.”

Entendo, à luz do citado documento, que as manifestações populares, tão caras à democracia, estão contidas naqueles “pedestres” e naquelas “paradas” descritas pelo urbanista Lucio Costa. Assim, a capital de um país democrático tem na manifestação de seu povo a mais legitima forma de expressão da sua vontade e dos seus anseios.

Em 11 de janeiro de 2015 o presidente da França, François Hollande, de braços com Ângela Merkel e muitos outros líderes mundiais, promoveu uma marcha pelo bulevar Voltaire com o propósito de manifestar o descontentamento com os atos de terrorismo.

A Esplanada tem sido palco de grandes manifestações. Cabe às forças de segurança garantirem que os atos públicos de cidadania, ocorram sem sobressalto. Se em dado momento algum grupo diferenciado provocar confronto ou dano ao patrimônio, que seja tratado à parte, para que as manifestações pacíficas tenham sua segurança garantida.

Moradias Precárias No Eixão Norte

Em 1933, durante a crise econômica que atingiu todo o mundo ocidental, o escritor George Orwell publicou em Londres, para toda a Europa, o Livro Down and Out in Paris and London. Este livro foi publicado posteriormente no Brasil com o título “Na Pior em Paris e Londres”.

Ele inicia sua narrativa pela passagem por Paris onde sobrevive lavando pratos em um restaurante com jornadas de 14 horas por dia. A Segunda parte mostra as estratégias de sobrevivência na Inglaterra, nos albergues e o valor dos míseros pertences e das roupas.

Há uma população significativa vivendo em barracas no início do Eixão Norte, tanto ao lado do Eixinho das 200, quanto do lado do Eixinho das 100. O local não permite acesso a água, instalações sanitárias, energia e mesmo o solo é inclinado, dificultando acomodação razoável.

O Brasil vive em situação inúmeras vezes melhor que aquela vivida pela Europa dos anos 30. O governo conta com Secretaria específica para atendimento de pessoas em situação de rua, conta com áreas que têm infraestrutura, como o Camping, dotado de instalações apropriadas e ainda uma Secretaria de Habitação.

A cada dia vemos nas redes a solicitação de donativos para atender populações em situação de precariedade na África, na Ásia. É chocante que tais famílias compostas de idosos e crianças tenham que viver tão precariamente na Capital Federal.

Placas, Letreiros e Bandeiras

Recebi a indicação de que a loja que procurava estava localizada ao lado de uma floricultura numa quadra da Asa Norte. Seria uma loja de presentes e outros objetos, mas que também faria serviços de fotografia, destas fotos para documentos.

Percebendo que eu buscava a informação nos letreiros colocados acima das porta uma senhora me chamou para dentro da loja e perguntou o que eu procurava e então me informou que era ali mesmo, que a bandeira fora retirada por imposição da Administração Regional de Brasília, que ameaçara com multa se assim não fosse feito.

A senhora mostrava-se indignada, pois nas redondezas, muito próximo dali, situação equivalente não foi objeto de admoestação pela fiscalização. “Eram apenas bandeiras de pequeno porte, em lona, postas junto à fachada que em nada incomodava os vizinhos ou aos passantes”, alegou a senhora.

A legislação que trata do assunto é de 18 de julho de 2002, Lei 3.036. A partir daquela data a fiscalização passou para a Agência de Fiscalização do Distrito Federal – AGEFIS. As Administrações Regionais foram esvaziadas e deixou-se de expedir autorizações de publicidade.

A disciplina no uso da publicidade objetiva a segurança, a preservação do patrimônio e a paisagem urbana. A ausência ou a fiscalização discricionária causa sérios prejuízos à paisagem e dificulta a melhor comunicação entre as organizações e a população.

Transporte Coletivo na Ordem do Dia

Nesta segunda, 27 de março de 2017 os transportes coletivos estavam em evidência na mídia. Por um lado, os moradores de Vicente Pires reclamavam da retirada dos dois únicos ônibus que os serviam, substituídos por micro-ônibus, insuficientes, segundo as habitantes daquela Cidade Satélite que questionaram a medida.

Por outro lado, discutia-se sobre a incapacidade de o Metrô transportar mais que 200 mil passageiros por dia. O Metrô atende seis Regiões Administrativas que contém a metade da população do Distrito Federal, o que corresponde a aproximadamente 1 milhão e meio de pessoas.

O enfoque da reportagem relativa ao Metrô deu ênfase à necessidade de terminar a construção das estações da 104, 106 e 110 Sul, bem como de fazer operar as estações Estrada Parque e Onoyama, prontas, porém não postas em uso.

Também foi lembrado o anseio de levar o Metrô até o final da Asa Norte. Segundo informações da direção do Metrô os estudos para a construção de duas novas estações em Samambaia, duas na Ceilândia e uma na Asa Norte estariam prontos e teriam sido iniciados em 2012, mas as obras aguardariam financiamento.

Sabe-se, entretanto, que a construção de novas estações não altera a capacidade do Metrô em transportar pessoas. Essa capacidade decorre do tamanho do comboios, número de carros que os compõem e a frequência da passagem desses comboios.

Hoje os trens circulam com quatro carros em cada comboio. Ocorre que as estações têm apenas 80 metros de plataforma ao longo da linha, o que impede a composição de comboios de 5 ou de 6 carros. Por outro lado, os trens circulam com intervalos de aproximadamente 6 minutos entre a passagem de um trem e outro. Não seria prudente aumentar a velocidade dos trens, isso poderia aumentar o risco de acidentes.

Como se vê a alegação apresentada, de que o sistema transportaria mais pessoas diariamente com a inauguração de novas estações é improcedente. A inauguração das novas estações melhoraria o conforto para os passageiros que teriam acesso ao Metrô mais próximo de suas moradias e dos locais de trabalho.

A solução para aumentar a capacidade do Metrô seria aumentar as plataformas para 120 metros, o que permitiria operar com comboios de 6 carros e reduzir a frequência para 2 minutos. O Metrô, desta forma, transportaria 1,2 milhões de passageiros por dia.

IDHM e Brasília

David Johnson, publicou em 7 de março de 2017, na TIME Magazine estudo sobre as mais felizes e saudáveis cidades dos Estados Unidos da América. O estudo desenvolvido entre 2015 e 2016 listou 189 comunidades que foram analisadas sob os aspectos físico, financeiro, educação, saúde etc.

O estudo apresenta o entendimento de que as melhores cidades seriam aquelas junto às praias. Ele destaca que morar junto à praia reduz o stress e a comida é estimulante, para em seguida dizer que você não precisa de uma praia para ter alguém que o encoraje a ter uma vida saudável, para aprender coisas novas e interessantes ou para ir ao dentista.

Feita esta introdução ele lista aquelas classificadas pelo maior grau de satisfação que oferecem aos seus habitantes e as que alcançaram os menores índices. São cidades não muito grandes, distribuídas por todo o pais. Ao final ele pondera que as comunidades do Sudeste dos Estados Unidos e as industriais do Meio-Oeste tendem a ter baixa qualidade de vida dado o tabagismo e altos índices de obesidade.

A revista The Economist promoveu estudos sobre as dez melhores cidades do mundo para se viver. Os critérios foram estabilidade, cuidados com a saúde, cultura, ambiente, educação, e infraestruturas. As dez melhores conforme os estudos são: 1. Melbourne, Austrália; 2. Viena, Áustria; 3. Vancouver, Canadá; 4. Toronto, Canadá; 5. Calgary, Canadá; 6. Adelaide, Austrália; 7. Perth, Austrália; 8. Auckland, Nova Zelândia; 9. Helsínquia, Finlândia e 10. Hamburgo, Alemanha.

Marcos Prates e Amanda Previdelli publicaram estudo patrocinado pela ONU onde eles classificam as 50 melhores cidades para se viver no Brasil. São aquelas com maior IDHM, que apresentam os melhores índices de renda, expectativa de vida e educação.

Segundo os autores, o IDHM agrega três das mais importantes dimensões do desenvolvimento humano: a oportunidade de viver uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento, padrão de vida que garanta as necessidades básicas tais como saúde, educação e renda. Neste estudo, com dados de 2016, Brasília aparece na 9ª posição.

Brasilia já teve 100% da população atendida com água potável, coleta e tratamento de esgotos, excelentes escolas, bom sistema se saúde, a mais alta renda per capta do país e alta expectativa de vida. Falta de planejamento, permissividade com ocupações irregulares e deterioração dos serviços baixou a IDMH local. Hora de retomá-lo.

O Carnaval e a Relação de Vizinhança

Otto e Pina têm, respectivamente, 3 anos de idade. Ele e ela, assim como centenas de crianças maiores e menores que eles, não perdem o carnaval da Tesourinha da 210 Norte. Suspeito que são as pais que os levam motivados pela satisfação manifesta pelos pequenos foliões.

As muito pequenas vão nos ombros do pais ou das mães, todo cuidado é pouco. Mas a alegria de ver tanta gente movida pelo furdunço daquela mobilização totalmente anárquica, que tem o único propósito de compartilhar a satisfação coletiva, compensa.

As mães, especialmente, se esmeram nas fantasias dos pequenos foliões, pais se fantasiam de palhaços, bandas improvisadas, músicos pagos por vaquinha e venda de camisetas caracterizadas, tudo isso concorre para o clima de euforia da meninada.

Não é apenas na Tesourinha da 210 Norte que a petizada se esbalda. Contei 69 eventos realizados e a realizar na página Carnaval Infantil do Distrito Federal. Muitos no Plano Piloto, mas vários em Águas Claras, Taguatinga, Sobradinho, Guará etc. Organizações como a CCBB, os shoppings, clubes também promoveram bailes, mas a maioria resultaram de iniciativas locais e de blocos de carnaval.

Em outros momentos algumas prefeituras de quadras se insurgiram contra os bloquinhos das crianças. Alegavam barulho e desconforto, inclusive pela presença de estranhos, moradores de outros locais circulando nas quadras. Este ano não vi movimentos desse tipo e a presença do Batalhão de Trânsito estava presente naquelas concentrações que visitei.

A Lei 4.092, de 30 de janeiro de 2018, que dispõe sobre o controle da poluição sonora e os limites máximos de intensidade da emissão de sons e ruídos resultantes de atividades urbanas e rurais no Distrito Federal é muito rigorosa. Ela estabelece que em áreas externas de uso estritamente residencial, o limite sonoro é de 50 decibéis. Para se ter uma ideia, aquela motosserra usada pela Novacap emite 105 decibéis.

Minha percepção é de que esse carnaval dos blocos, organizados próximo das moradias dos participantes e mesmo aqueles promovidos pelos escolas de samba ou blocos tradicionais ocorrem com grande participação e sem qualquer tipo de entrevero ou escaramuça. Em ocasiões anteriores a maioria dos registros dos órgão de segurança ficaram restrito a direção sob efeito de álcool. A alegria prevaleceu.

Estacionamentos e Transporte Coletivo

Ingrid, após tentar em vão uma vaga no estacionamento do comércio local de uma superquadra, dirigiu-se ao interior da quadra na busca de uma vaga para deixar o carro. Logo após estacionar, uma senhora parou seu carro atrás do dela e avisou, desafiadora, que aquela vaga era de morador e que ficaria ali com seu carro impedindo sua saída. Apesar da juventude, Ingrid agiu com maturidade e o caso foi resolvido a contento.

Pode-se dizer que para cada apartamento do Plano Piloto há, no mínimo 2 carros. O código de obras exige apenas uma vaga de garage para cada habitação. Assim metade ou mais dos carros dos moradores das superquadras ficam estacionados nas vagas lindeiras ou nas vias, ao longo dos meios-fios, ocasionando estrangulamento das vias internas da quadras.

A solução dada pelos responsáveis pelo trânsito tem sido intensificar a fiscalização e multar os que estacionam em fila dupla no em frente às lojas no comércio. O número de carros continua aumentando e as vagas de estacionamento são inelásticas.

Parte do problema é explicado pelo fato de que para cada 100 habitantes do Distrito Federal, indistintamente, criança, idoso ou adulto, há 55 carros. Dados do governo mostram que apenas 35% da população do Distrito Federal utiliza transporte coletivo.

Por outro lado, o transporte coletivo deixa a desejar. O tempo gasto no deslocamento entre duas localidades do Plano Piloto desestimula o uso do transporte coletivo. Esse transporte que nada evoluiu nas últimas quatro décadas. A densidade demográfica se acentuou, a população aumentou, mas o transporte público no Plano Piloto não evoluiu.

As tentativas de implantar o VLT, que demandaria várias linhas, inclusive transversais, nos sentidos leste/oeste e vice-versa, a expansão do metrô até o final da Asa Norte têm esbarrado em interesses diversos que usam de vários estratagemas para impedir sua implantação, inclusive ações judiciais com alegações diversas que terminam por não terem quem de direito que a elas se oponham.

A questão dos estacionamentos e do transporte coletivo são parte do processo de queda da qualidade de vida do Plano Piloto da Brasília. A cidade é um organismo vivo resultante das interações entre seus habitantes. A garantia dessa qualidade de vida depende de constantes ajustes promovidos por estruturas de planejamento e gestão, planejamento este, que há muito foi abandonado. Sempre é tempo de retomar.

Desastres Abatem Árvores

Nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, dois desastres se abateram sobre as árvores da W3 Sul e Norte. Em ambos os casos a perda de massa arbórea foi significativa. Uma equipe presumidamente da Novacap cortava os galhos das árvores do canteiro central e aqueles junto às lojas na W3 Sul. Uma chuva com ventania derrubou árvores e quebrou inúmeros galhos na W3 Norte, a ponto de interromper faixas de rolamento.

A poda, muito mais que um desbaste, retirou galhos até uma altura estimada em 8 metros. Mesmo galhas finas não foram poupadas. A poda começou no final da 507 Sul em direção ao centro. Na 507 o desastre já estava consumado. Mais de 60% da copa de cada uma das árvores foi retirada. Os troncos ficaram pelados e todos os resultados da poda à mostra indicavam o tamanho do estrago.

A copa das árvores não apenas nos oferece a sombra que ameniza o calor. Quanto maior a copa maior a absorção de energia solar, energia esta que é transformada em madeira. Daí porque a presença de árvores ameniza as temperaturas dos ambientes.

A poda das árvores é uma atividade necessária. Há situações em que ela se impõe. Um galho seco, sujeito a queda; um galho que se quebrou e está preso à árvore de alguma forma; um galho que se interpõe à passagem de pedestres; outro que se está na faixa de rolamento dos veículos e com eles se choca, em todos esses casos a poda desses galhos é recomendável. Em casos especiais, toda a árvore corre o risco de tombar e aí se faz necessária a sua remoção.

O que se tem feito a título de poda não obedece qualquer técnica de manutenção desse patrimônio arbóreo. Tudo indica que tais atos são praticados por pessoas sem qualquer qualificação.

Derrubar árvores no DF sem autorização competente é crime. Os antigos moradores devem se lembrar de um senhor em Planaltina que foi preso por retirar algumas cascas de uma árvore para fazer remédio para a esposa.

Ao tempo em que a Novacap patrocinava esse ataque contra as árvores da W3 Sul, na W3 Norte um temporal, caracterizado com alerta amarelo, que em uma hora registrou, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a precipitação de 37,8 mm, com fortes ventos que derrubaram várias galhas do Cambuís e algumas árvores inteiras do início da W3 Norte. A queda por ventanias é um acidente natural, o corte indiscriminado não.