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A Cidade e sua Vivência
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Monthly Archives: outubro 2014

Administrações Regionais Representativas

Volta e meia e a escolha dos Administradores Regionais vem à baila. Já se falou em eleição direta, em escolha por organizações locais etc. O assunto é regulado pela Lei Orgânica do Distrito Federal, Art. 10, § 1° que estabelece: “A lei disporá sobre a participação popular no processo de escolha do Administrador Regional”.

A lei que regulará a escolha dos Administradores Regionais não foi ainda proposta ou votada pela Câmara Legislativa. Os Administradores Regionais vêm sendo nomeados pelo Governador do Distrito Federal. Tal escolha obedece a critérios definidos pelos Governadores em exercício. Agora há uma proposta de que a população participe de alguma forma, ainda não explicitada, da escolha dos Administradores Regionais.

A simples escolha dos Administradores Regionais pode não mudar o resultado da ação desses gestores das Cidades Satélites. Hoje muito pouco é atribuído aos Administradores. A eles restou a interlocução com a população da cidade, a anotação das demandas locais aos órgãos executivos que dispõem de meios para seu atendimento, a expedição de alvarás e cartas de habite-se, a organização do aniversário da cidade etc.

O Governo do Distrito Federal, por força da Constituição Federal desempenha as funções de estado e de município. Até 12 de novembro de 1969 o Distrito Federal era governado por um prefeito e tinha as prerrogativas de município. A partir daí passou a ser dirigido por um governador tendo as competências de estado e de município. Com o passar do tempo o Distrito Federal foi se esquecendo de sua parte município e se apropriando apenas da parte estado.

Dois aspectos chamam a atenção. O primeiro, relacionado com as posturas municipais ou locais e inclui a Lei de Uso do Solo. Essa é uma parte importante da ação local. É aquela que acompanha, fiscaliza e faz cumprir a legislação pertinente, sempre sob a supervisão do Administrador Regional. Essa ação garantirá que não haja ocupação indevida, que os logradouros se mantenham seguros e que a legislação que regula as relações entre as pessoas seja cumprida.

A outra parte se refere à coordenação do governo na região. Seria interessante que o Administrador coordenasse um Conselho formado pelos representantes dos diversos setores do governo na região de modo a otimizar sua ação. Esse Conselho conduziria a elaboração do orçamento participativo, garantindo a eficácia da ação governamental.

Ginástica nas quadras

Há um parque infantil no centro da quadra. Ele é cercado com tela, de altura baixa que não impede que alguém pule a cerca. Ela tem o propósito de delimitar o espaço e evitar a circulação no seu interior dos que simplesmente passam, dando assim privacidade às crianças que, em geral preferem se sentar na areia, principalmente as pequenas. Em volta do parque existem vários bancos, desses de praça, sobre um piso de concreto que cobre toda a área. Ao longo da cerca do parque há algumas mesas e bancos ao seu redor, todos de concreto.

Recentemente foi posto ao lado do parque, em uma nova área pavimentada uma Academia ao Ar Livre. Inúmeros equipamentos, pintados com cores vivas com predominância do amarelo, chamam a atenção. São muitos equipamentos implantados sobre um pavimento de concreto pintado de verde.

Os equipamentos abrangem todos os tipos de exercícios de uma academia. Um equipamento simula a caminhada. A cadeira extensora destina-se aos músculos localizados na parte anterior da coxa; cadeira flexora para os da parte posterior da coxa; no leg horizontal o atleta empurra uma placa e trabalha quadríceps, bíceps femorais, semitendinoso, semimembranoso e glúteos. Os equipamentos destinados aos membros superiores trabalham o grande dorsal, os tríceps, os bíceps, os peitorais, trapézios etc.

As Academias ao Ar Livre, como aquela que há no Parque Olhos D’Agua, foram implantadas, sem muito alarde, em diversas localidades do Distrito Federal. Há várias delas no Plano Piloto, nas Cidades Satélites e na Zona Rural como a existente no Núcleo Rural Tabatinga na Região Administrativa de Planaltina, entregue à comunidade em junho de 2013.

Dias atrás, quando descemos do apartamento para uma caminhada de final de tarde, encontramos o parque infantil com muitas crianças e familiares, grupos de jovens conversavam em volta das mesas. Outro grupo jogava futebol no piso pavimentado, uma senhora, sentada em um dos bancos, lia um livro. Algumas pessoas usavam os equipamentos da Academia ao Ar Livre. A implantação das Academias ao Ar Livre foi pouco divulgada. Mesmo sendo para atividade física de interesse da população, poucos souberam da existência delas.

Locomoção Urbana e Bicicletas

Certo empresário paulistano concebeu uma loja inusitada e criativa. A loja se propõe a ser um ponto de encontro dos (das) ciclistas. O (a) ciclista vem de casa e tem ali um local para deixar sua bicicleta abrigada. Caso haja a necessidade de algum reparo ou melhoria a loja se propõe a fazer a ações necessárias.

Depois de pedalar um tempo o (a) ciclista precisará de um banho antes de seguir para o trabalho. A loja oferece chuveiros e armários para o usuário trocar de roupa e guardar os pertences. Oferece também serviço de lanchonete. Enfim, o (a) ciclista tem ali o apoio necessário para optar pela bicicleta ao se dirigir ao trabalho.

Isso em São Paulo que conta apenas com 69,8 km de vias exclusivas para bicicletas segundo a organização Mobilize Brasil. Brasília assumiu a dianteira entre as cidades brasileiras que contam com ciclovias e tem hoje 600 km de vias exclusivas. Em seguida vem o Rio de Janeiro com 300 km.

Segundo a mesma fonte, Mobilize Brasil, Brasília com seus 600 km de ciclovias estaria atrás apenas de Nova York (EUA) que conta com 670 km. Estaria à frente de Amsterdã (Holanda) que tem 400 km, de Paris (França) com 394 km e de Copenhague (Dinamarca) que dispõe de 350 km de ciclovias.

O Metrô do DF destinou uma área do último carro para transportar a bicicleta do seu passageiro que vai de casa até estação do Metrô de “camelo” e segue com ela para o destino a partir da estação de desembarque. Há proposta de permitir que o BRT também leve a bicicleta do transportado. São facilidades que otimizam a integração modal.

O Governo do DF disponibilizou o aplicativo Ciclovida DF que se dispõe a oferecer mapas com a localização das ciclovias, informar as distâncias percorridas pelo usuário, rastreio por GPS, links para emergência com serviços de ambulâncias, Policia Militar e Bombeiros. O aplicativo tem ícones com atalhos para Facebook, Twitter e Youtube. O GDF entregou bicicletas aos estudantes nas Cidades Satélites, para irem às escolas.

Brasília conta atualmente, assim como o Rio, São Paulo e Recife com sistema de compartilhamento de bicicletas. É novidade no Brasil, mas na Europa já é praticado há muito. O usuário se cadastra, paga uma taxa anual de R$ 10,00 para usar as bicicletas distribuídas por toda a cidade. O uso da bicicleta além de ser saudável, reduz o número de automóveis nas ruas, melhorando o trânsito e a qualidade de vida nas cidades.

O Último Cine Drive-in

O filme inédito, O Último Cine Drive-in, que tem roteiro e direção de Iberê Carvalho, foi exibido no dia 2 de outubro, quinta-feira, no Festival do Rio 2014. Seu elenco principal é composto por Breno Nina, Othon Bastos, Rita Assemany, Chico Sant’anna, Fernanda Rocha, André Deca, Rosanna Viegas e Vinícius Ferreira. O filme foi rodado em Brasília e Anápolis. O roteiro, do próprio diretor contou com a colaboração de Zé Pedro Gollo.

A sinopse, contida na página da Pá Virada Filmes, esclarece que Marlombrando, ao retornar a sua cidade natal com sua mãe adoecida, reencontra seu pai e o cinema Drive-in onde passou sua infância. Almeida mantém o cinema funcionando com apenas dois funcionários: Paula cuida da projeção e da lanchonete; José, um velho amigo de Almeida, atende a bilheteria e faz limpeza do local. A chegada de Marlombrando e a ameaça de demolição do Drive-in trará um novo rumo para suas vidas.

O filme teve boa recepção dos convidados que o aplaudiram durante toda a apresentação dos créditos, na sua primeira mostra. A crítica especializada destacou o clima do filme que “soube emocionar sem ser piegas”, Assim como o desempenho dos atores e atrizes. A fotografia do filme, dirigida por André Carvalheira foi tida como uma das mais bonitas de todos os filmes da Mostra Premier Brasil no Rio de Janeiro.

O Festival se encerra nesta quarta-feira, 8 de outubro, quando serão anunciados os vencedores nas diversas modalidades. O filme foi apresentado como uma homenagem aos pais, “mas bem que poderia ser ao cinema”, disse a crítica.

Iberê Carvalho é autor de vários filmes de curta metragem como Suicídio Cidadão, com conotação politica; Para Pedir Perdão, que trata das relações de um casal; Procura-se, filme voltado para o público infantil; Cela de Aula, realizado no presidio; Maria Lenk, sobre a nadadora olímpica, filme realizado para o Canal ESPN.

A realização do filme, O Ultimo Cine Drive-in, chamou a atenção da comunidade cinéfila e das pessoas comprometidas com o patrimônio histórico da cidade em relação ao propósito dos encarregados da reforma do Autódromo, em Brasília, onde se localiza o Cine Drive-in que pretendiam fechá-lo. Milhares de pessoas se manifestaram por sua permanência o que levou o Governo do Distrito Federal a se comprometer em manter o referido cinema naquele local.

Calor e Baixa Umidade

Dizem que os ingleses, especialmente os londrinos falam sempre do tempo. Dizem também que eles falam muito no assunto porque o clima da cidade é pouco estável. Chove muito, no inverno é muito frio e no verão pode ser muito quente.

O clima de Brasília, no período de outubro a maio não dá o que falar. A vegetação é de um verde exuberante. As temperaturas mínimas e máximas são agradabilíssimas, a umidade relativa é confortável, os ventos são comportados e não causam danos. Enfim, um clima muito bom para se viver.

Passadas as chuvas começam as preocupações. A partir daí o clima entra nas conversas de todos. As temperaturas podem baixar especialmente nas madrugadas, como ocorreu nos dias 9 e 11 de agosto quando chegaram a 12° C, ou subirem muito para os padrões locais com temperaturas acima de 30° C, como na última semana de agosto.

O que chama mais atenção é a secura. A umidade relativa do ar pode cair abaixo dos 20% como ocorreu nos dias 8 e 23 de agosto deste ano. A falta de chuvas é denunciada pela falta nuvens. Nimbos, cúmulos nem pensar. Alguns estratos rarefeitos em grande altitude e é só. O povo do campo diz que os estratos são prenúncio de seca.

A secura deixa tudo enegrecido. As árvores caducifólias perdem toda a sua cobertura e os galhos tomam aspectos fantasmagóricos. A grama seca perece morta, dá a impressão de que não irá se recuperar. Mesmo que a grama seja aguada constantemente no período da seca ela não se apresenta com aquele verde exuberante. A água da irrigação bate no solo e é sugada pela atmosfera sedenta.

A segunda feira, 1o de setembro foi cheia de noticias sobre chuvas esparsas. Alguém presenciou um pequeno chuvisco nas cercanias do Iguatemi, no Lago Norte, outro noticiou chuva na Asa Sul, a rádio afirmou ter chovido no Gama, enfim todos tinham noticias de chuvas. Um interlocutor mais atento verificou que a grama percebera o aumento da umidade relativa do ar e apresentava um verde ainda que tímido.

Quando chove em época de seca os brasilienses se identificam com os londrinos ao incluir a previsão do tempo em suas conversas. A quarta feira, 3 de setembro tem previsão de algumas pancadas esparsas de chuva, mas na quinta e sexta são esperadas chuvas mais intensas, destas que lavam as folhas da vegetação e até fazem enxurradas. Essas lavam tudo, lavam até a alma daqueles que sofrem com a secura.

Assalto ou Atropelamento

Correr o risco de ser assaltado na passagem de pedestre ou de ser atropelado no trânsito? Eis a questão. Ainda era dia claro, quando Ana, senhora de meia idade, chegou, de bicicleta, à passagem de pedestre Observou que havia um homem bem adiante e esperou . Ela temia passar só. Logo chegou uma moça.

Desceram juntas e viram quando o homem passou por elas e voltou-se anunciando o assalto, puxando a bolsa da moça. Ana, aos gritos, correu empurrando a bicicleta: “ladrão, ladrão”. Ao mesmo tempo o homem ordenava: “volta aqui! Volta aqui!” Nisso apareceu outra pedestre que ligou para a polícia.

Ana foi embora. Não soube se a moça teve a bolsa levada, nem se a policia apareceu. Cruzou o Eixão com sua bicicleta e foi para casa. Passou dias a reclamar do susto, a pressão subiu. Sua neta, adolescente, a aconselhou não mais ir de bicicleta. Disse -lhe que prefere andar de ônibus mesmo que demore mais. Ana sempre preferiu se deslocar de bicicleta pelos benefícios do exercício físico.

Quando há um atropelamento no Eixão os jornais especulam sobre possíveis soluções para o problema. Há muitos anos o Secretário de Transportes à época, propôs a construção de cercas nas laterais do Eixão. Tal proposta não prosperou assim como outras propostas exóticas.

O Instituto de Arquitetos de Brasil, seção do DF, em convênio com a Codeplan, realizou em 2012 um concurso para a urbanização da passagem de pedestres na altura do Hospital de Base. O concurso foi concorrido, foram escolhidos o primeiro colocado, o segundo e o terceiro. O primeiro colocado seria desenvolvido com vistas a sua implantação. Tal projeto previa a instalação de atividades nos espaços abertos entre as pistas de modo a melhorar a segurança pela presença permanente de pessoas no local, a exemplo da Galeria dos Estados, ainda que em escala menor. Não se teve outras
noticias.

Já em 1997 a banda Legião Urbana cantava : “Nossa Senhora do Cerrado, protetora dos pedestres, que atravessam o Eixão às seis da tarde, fazei com que eu chegue são e salvo na casa da Noélia”. A música denominada Travessia do Eixão faz parte do álbum Outra
Estação.

As passagens tiveram recentemente os pisos recuperados, as paredes foram limpas e as pichações foram removidas, a iluminação foi recomposta, mas ainda assim o risco de assalto amedronta as pessoas. Policiais foram postos nas entradas por algum tempo, depois sumiram, não voltaram a aparecer.

Como parte das medidas de segurança da Copa, foram instaladas câmeras no centro da cidade. A instalação de câmeras e de monitores nas entradas das passagens permitindo visualizar toda a extensão da passagem e a mobilização de viaturas que pudessem chegar rapidamente a elas em caso de suspeita de tentativa de assalto daria a tranquilidade necessária aos pedestres e evitaria os atropelamentos. Assim não maisseria necessário apelar para Nossa Senhora do Cerrado.

Bem Vigiado

Você chega, acha uma vaga e, quando está saindo do carro, aparece alguém, novo ou velho de colete ou sem e grita: “bem vigiado ai doutor!” Você se vira mostra o polegar voltado para cima como quem diz: “concordo”. Pronto, está firmado o contrato. Você propõe pagar algo pelo uso da vaga e ele se propõe a que mesmo?

Em Brasília é costume dar uma moeda. No caso em que o Flanelinha se empenha, indica para esperar, pois alguém vai sair, pode ser alvo de maior generosidade e levar uma cédula. Nada muito alto, uns dois reais. Naqueles estacionamentos onde é impossível encontrar uma vaga e o Flanelinha se propõe a ficar de olho, indica para que estacione atrás dos carros que estão nas vagas e orienta para que deixe o carro desengrenado e sem freio de mão acionado, aí com certeza ele vale os dois reais ou até mais e até pode ser autorizado a lavar o carro por quinze. Em outras cidades há relatos de cobrança adiantada e com ameaça de que se não pagar ele não se responsabiliza por possíveis danos. Muitos vêm nesta atitude uma chantagem.

Os pontos dos Flanelinhas são controlados pela força e seus “donos” cobram pedágio com uso da violência, afirmam especialistas. A atividade de Flanelinha é regulada desde 1975 pela Lei Federal no 6.242, de 23 de setembro daquele ano. Quase dois anos depois da edição da lei esta foi regulamentada pelo Decreto no 79.797, de 8 de julho de 1977. Os governos estaduais e municipais editaram normas adequando as disposições federais às condições locais. Assim os Flanelinhas, especialmente aqueles cadastrados, exercem uma atividade perfeitamente legal.

É legal, mas pode não ser a melhor forma de cuidar da falta de vagas nos estacionamentos. Muitas propostas de estacionamentos subterrâneos foram feitas, mas esbarraram em restrições politicas ou legais.

Desde 1995 os advogados deixam seus carros no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson, a OAB-DF os leva de ônibus até o TJDFT. Legislativo, Judiciário e Executivo, federais e locais, poderiam orientar seus servidores a usar grandes estacionamentos fora e levá-los de ônibus dali ao local de trabalho enquanto não vem uma solução definitiva.

Tempo e Saúde

Ano de tempo atípico. Choveu em maio, em junho e em julho, o que não era esperado. O comum é parar de chover ali pela terceira semana de abril e depois somente e com sorte na entrada da primavera. Em outubro é seguro que chove.

Esse tempo mudado deixou a natureza meio que atônita. Os ipês roxos que fazem o inicio da temporada das tabebuias e que florescem em junho, vieram dar o ar da graça em julho e ainda há alguns que ainda mantêm cachos. Os ipês amarelos, tabebuia chrysotricha, que inundam de flores a cidade em julho aparecem agora timidamente, nenhum deles com a copa toda tomada de flores.

Esse tempo virado nos pegou de jeito. Metade da família caiu gripada. Há anos que eu não sabia o que era isso. Alguns com sinusite, outros com tosse alérgica, todos com muita tosse. Ficaram de cama o netinho de oito meses e a netinha, os pais e os avós. O
maior desconforto, além da febre é a tosse que acorda na madrugada, irrita e faz doer a garganta e os músculos do tórax e interrompe o sono.

Cada um buscou um tipo de socorro médico. Os que têm plano de saúde procuraram os serviços e receberam atendimento correto. Eu mesmo, já no inicio da noite, levei uma paciente ao hospital particular para atendimento pelo plano de saúde. Ela foi atendida em pouco tempo, diagnosticada e medicada.

Outra paciente, que não tem plano de saúde foi levada ao posto de saúde próximo a sua residência na Asa Norte. Ela foi atendida com a mesma rapidez do hospital particular, A médica identificou possível sinusite e suspeitou problemas pulmonares. A paciente foi enviada ao Hran onde fez os exames, voltou ao posto de saúde e foi diagnosticada.

Eu, não tendo plano de saúde marquei consulta particular com o otorrino, visto que não sentia febre. Parecia algo alérgico. O otorrino atendeu na hora, confirmou as suspeitas e prescreveu antialérgicos e soro para limpeza do aparelho respiratório superior. O otorrino comentou que o número de afetado pela secura e o clima em geral era grande.

Temos noticias, não confirmadas pessoalmente, de que à noite e de madrugada o atendimento pode não ter a mesma presteza. Há relatos de falta de atendimento fora de centro, mesmo durante o dia. Toda esta epopeia evidencia que o tratamento ambulatorial da Secretaria de Saúde, dos Planos de Saúde e das Clinicas Particulares estão se dando satisfatoriamente no Plano Piloto.